Vacina vencida da Astrazeneca: veja se você tomou

Veja se você recebeu o imunizante fora do prazo de validade.

Pelo menos 26 mil brasileiros tomaram vacina vencida da Astrazeneca, é o que mostra dados do Ministério da Saúde, revelados jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira, dia 2 de julho. Veja se você recebeu o imunizante fora do prazo de validade.

Lote da vacina da Astrazeneca fora da validade

Segundo apurou a reportagem da Folha, a vacina vencida da Astrazeneca foi distribuída em 1.532 municípios brasileiros. A cidade mais é Maringá (PR) foi a mais prejudicada: 3.536 pessoas receberam o imunizante vencido.

As vacinas  fora do prazo de validade são da primeira dose, e também foram enviadas para  Belém (PA), com 2.673 aplicações, São Paulo (SP), com 996, Nilópolis (RJ), com 852 e Salvador (BA), com 824.

Veja o lote da Astrazeneca e data de vencimento correspondente.

Lote: 4120Z001 – vencida em 29 de março
Lote: 4120Z004 – vencida em 13 de abril
Lote: 4120Z005 – vencida em 14 de abril
Lote: CTMAV501 – vencida em 30 de abril
Lote: CTMAV505 – vencida em 31 de maio
Lote: CTMAV506 – vencida em 31 de maio
Lote: CTMAV520 – vencida em 31 de maio
Lote: 4120Z025 – vencida em 4 de junho

Faz mal tomar vacina vencida?

É importante estar atento ao prazo de validade das vacinas. Certos ingredientes podem parar de funcionar após o vencimento, o que pode tornar a vacina menos eficaz.

Por isso, a recomendação para quem recebeu a vacina vencida é procurar o posto de saúde e apresentar a carteira de vacinação.

O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra Covid-19 indica a dose vencida não deverá ser considerada válida, sendo recomendada a revacinação destes indivíduos com um intervalo de 28 dias da dose administrada.

Em geral, os prazos de validade de vacinas e medicamentos são extremamente importantes. Após essa data, alguns dos ingredientes podem ser inúteis, potencialmente deixando as pessoas vulneráveis ​​à doença contra a qual deveriam estar protegidas, ou os próprios ingredientes podem se tornar prejudiciais

Leia também – Quais as reações da vacina Astrazeneca?

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